Os 15 melhores documentários musicais que estão sendo transmitidos na Netflix agora

Seja um dia de neve onde você está, ou simplesmente o feriado minguante mantendo você dentro de casa, temos documentários de música em streaming Netflix suficientes abaixo para programar um festival de 24 horas (e mudar). Com o Oscar se aproximando, e Sundance pronto para lançar uma nova lista de filmes ainda este mês, é um bom momento para olhar para trás de qualquer maneira. Mergulhe em nossa lista escolhida a dedo abaixo, que vem completa com Tomates podres classificações e os resumos dos filmes na Netflix.

1) Últimos dias aqui (2012); Pontuação do Rotten Tomatoes: 84 — Neste pungente retrato documental, um velho e magro Bobby Liebling, o ex-vocalista da banda de heavy metal Pentagram, se reúne para recomeçar sua vida após décadas de decepção e dependência de drogas.

dois) Assim como estar lá (2012); Pontuação do Rotten Tomatoes: 75 (público) — Quase 50 anos após os primeiros pôsteres de shows icônicos, conheça artistas contemporâneos que trouxeram pôsteres de shows para o mainstream. Este documentário apresenta o perfil de Jay Ryan, Daniel Danger, Kevin Tong e outros que compartilham uma paixão por esta forma de arte singular.



3) Boa e velha Freda (2013); Pontuação do Rotten Tomatoes: 83 - Freda Kelly era apenas uma adolescente tímida de Liverpool quando foi convidada para trabalhar para uma banda local na esperança de se tornar grande: os Beatles. Em Good Ol’ Freda, a ex-secretária da banda conta suas histórias pessoais pela primeira vez em 50 anos.

4) Charles Bradley: Alma da América (2012); Pontuação do Rotten Tomatoes: 93 (público) — Este documentário biográfico mostra a incrível ascensão tardia do aspirante a cantor de soul Charles Bradley, de 62 anos, cujo álbum de estreia em 2011 o lançou de uma vida difícil nos projetos para os 50 melhores álbuns da revista Rolling Stone.

5) Bate Tão Forte (2011); Pontuação do Rotten Tomatoes: 64 — Este documentário convincente narra a vida da ex-baterista do Hole, Patty Schemel, desde a infância até sua ascensão à fama e além, revelando sua quase destruição pelos demônios pessoais que tantas vezes acompanham as celebridades.

6) Uma Banda Chamada Morte (2012); Pontuação do Rotten Tomatoes: 96 — Misturando uma história familiar grandiosa e um documentário de rock, este filme segue David, Bobby e Dannis Hackney, três irmãos adolescentes de Detroit que fundaram a banda Death, comumente considerada como o primeiro grupo punk negro, no início dos anos 1970.

7) Quem é Hary Nilsson? (2006); Pontuação do Rotten Tomatoes: 91 - O brilhante e misterioso cantor e compositor Harry Nilsson abriu um caminho indefinível na paisagem da cultura pop dos anos 1960, conquistando fãs como John Lennon e Randy Newman. Este documentário perspicaz revela a vasta extensão da influência de Nilsson.

8) A outra palavra F (2011); Pontuação do Rotten Tomatoes: 77 — Este documentário perspicaz examina a evolução da meia-idade de uma geração de punk rockers, incluindo Jim Lindberg, Art Alexakis e Flea, que devem conciliar a paternidade e a vida familiar responsável com seu status de antiautoritários lendários.

9) Algo do nada: a arte do rap (2012); Pontuação do Rotten Tomatoes: 96 — Em sua estreia na direção, Ice-T entrevista dezenas de outros artistas de rap e hip-hop, incluindo Mos Def, Eminem e Dr. Dre, sobre seus processos criativos. Concentrando-se no ofício em vez do bling, Ice-T também documenta a história da música.

10) De cabeça para baixo: a história da criação de registros (2010); Pontuação do Rotten Tomatoes: 100 — Creation Records, que produziu algumas das músicas mais icônicas do século 20, é o tema deste rockumentário que narra os altos e baixos da gravadora indie, desde os negócios, os tumultos movidos a drogas e festas até o dia em que o dinheiro secou.

onze) Acho que estamos sozinhos agora (2008); Pontuação do Rotten Tomatoes: 71 — Este documentário se concentra em dois indivíduos obcecados pela estrela pop dos anos 80 Tiffany: Jeff, um homem de 50 anos com síndrome de Asperger, e Kelly, uma “intersexual” que afirma ter tido uma amizade inspiradora com a cantora quando eram adolescentes.

12) Fela Kuti: A música é a arma (1982); Pontuação do Rotten Tomatoes: 82 (público) — Fela Anikulapo Kuti gravou mais de 60 álbuns para promover a magia do Afrobeat, mas nunca perdeu sua voz política como crítico aberto contra a corrupção generalizada do governo na Nigéria. Este documentário examina o papel que Fela, apelidado de “presidente negro”, desempenhou ao esclarecer as atrocidades em sua terra natal e promover a ascensão da música africana em todo o mundo.

13) Você vai sentir minha falta (2005); Pontuação do Rotten Tomatoes: 79 — Não é fácil ser pioneiro. Como prova, basta assistir a este filme sobre Roky Erickson, cuja banda, o 13th Floor Elevators, cunhou o termo rock psicodélico na década de 1960. Alvo por sua defesa de produtos farmacêuticos, Erickson foi preso por posse de um único baseado em 1969 e passou três anos em um instituto para criminosos insanos.

14) Cale a boca e toque os hits (2012); Pontuação do Rotten Tomatoes: 88 — Seis anos após o lançamento de seu primeiro álbum, os membros do LCD Soundsystem decidem desistir no topo de seu jogo e comemorar sua carreira de sucesso com um poderoso show no Madison Square Garden.

quinze) Biggie & Tupac (2002); Pontuação do Rotten Tomatoes: 81 — O documentarista britânico Nick Broomfield, famoso por aparecer em suas próprias investigações, vai a Los Angeles para investigar os assassinatos de Tupac Shakur e Biggie Smalls, as rivalidades de rap da Costa Leste/Costa Oeste e o chefe da Death Row Records, Suge Knight.

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